Fisioterapia Respiratória Pediátrica em Lisboa para Bebés e Crianças

Quando um bebé tem tosse, parece acumular secreções ou faz ruídos ao respirar, é natural que os pais procurem ajuda. Nem sempre é fácil perceber se precisa de observação médica, de orientação sobre os cuidados em casa ou de fisioterapia.

Na ID Feminino, em Lisboa, a fisioterapia respiratória pediátrica começa por avaliar a situação da criança e perceber se existe indicação para acompanhamento.

O que é a fisioterapia respiratória pediátrica?

A fisioterapia respiratória pediátrica é uma área da fisioterapia dedicada à avaliação e intervenção em alterações respiratórias de bebés e crianças.

O acompanhamento depende da idade, da situação clínica, da capacidade de eliminar secreções e das necessidades identificadas na avaliação. Ter tosse ou o nariz obstruído não significa, por si só, que sejam necessárias sessões de fisioterapia.

Para que serve a fisioterapia respiratória pediátrica?

Quando existe indicação clínica, pode ajudar a mobilizar e eliminar secreções, apoiar uma tosse mais eficaz e ensinar aos pais estratégias adequadas à idade e à situação da criança.

Os objetivos e as técnicas são definidos após a avaliação. Nem todas as crianças precisam da mesma intervenção.

A fisioterapia não trata a causa de uma infeção, não substitui medicação prescrita nem dispensa avaliação médica quando esta é necessária.

Quando pode fazer sentido marcar uma avaliação?

Pode ser útil falar com a equipa quando o bebé ou a criança apresenta:

  • Tosse húmida ou com secreções que parece ter dificuldade em eliminar;
  • Acumulação recorrente de secreções;
  • “Farfalheira” ou respiração ruidosa persistente;
  • Dificuldade em tossir de forma eficaz;
  • Obstrução nasal persistente apesar dos cuidados recomendados;
  • Uma condição respiratória ou neuromuscular já avaliada, associada a dificuldade na eliminação de secreções;
  • Indicação do pediatra, pneumologista ou de outro profissional de saúde para fisioterapia respiratória.

Os pais podem também contactar a equipa para esclarecer dúvidas sobre cuidados respiratórios ou de higiene nasal adequados à idade.

A presença de um destes sinais não confirma um diagnóstico nem significa automaticamente que seja necessário tratamento. A “farfalheira”, por exemplo, pode ter origem no nariz ou na garganta e não necessariamente nos pulmões.

Se os sintomas ainda não foram avaliados, estão a agravar-se ou são acompanhados por febre, dificuldade respiratória ou alteração do estado geral, procure orientação médica.

Como decorre a primeira sessão?

  • Conversa com os pais ou cuidadores

A sessão começa com uma conversa sobre o motivo da marcação, os sintomas e a sua evolução.

É importante conhecer os antecedentes de saúde, a medicação, as avaliações médicas já realizadas e eventuais alterações na alimentação, no sono ou na atividade habitual da criança.

Se existirem relatórios ou recomendações do profissional de saúde que acompanha o seu filho, leve-os à consulta.

  • Avaliação da situação respiratória

A fisioterapeuta avalia os aspetos relevantes para perceber se existe indicação para fisioterapia e se é necessário encaminhamento para avaliação médica.

A necessidade de tratamento não é assumida à partida. Em algumas situações, o passo adequado pode ser esclarecer os cuidadores ou recomendar observação por outro profissional de saúde.

  • Explicação dos próximos passos

Depois da avaliação, são explicadas as principais conclusões e as opções de acompanhamento.

Quando existe indicação para intervir, os objetivos e as técnicas são apresentados aos cuidadores. A intervenção deve respeitar a idade, o estado clínico e a tolerância da criança.

Como funciona o acompanhamento?

Depois da avaliação, são definidos os objetivos e os cuidados adequados à situação da criança.

Quando existe indicação, o acompanhamento pode incluir:

  • Técnicas para mobilizar e facilitar a eliminação de secreções;
  • Estratégias para apoiar uma tosse eficaz, quando necessário;
  • Exercícios respiratórios adaptados à idade e à capacidade de participação da criança;
  • Ensino de cuidados de higiene nasal, quando adequado;
  • Orientações aos pais sobre os cuidados a realizar em casa;
  • Reavaliação da resposta à intervenção e da necessidade de novas sessões;
  • Articulação com o profissional de saúde que acompanha a criança, quando necessária.

Nem todas as crianças precisam destas intervenções. A escolha depende da avaliação e deve ser revista de acordo com a evolução clínica.

O número e a frequência das sessões variam. Em algumas situações, a avaliação e as orientações podem ser suficientes; noutras, pode ser necessário acompanhamento continuado.

Um acompanhamento com a participação da família

Os pais e cuidadores conhecem as rotinas da criança e podem reconhecer mudanças na forma como respira, se alimenta ou se comporta. Essa informação ajuda a enquadrar a avaliação.

Na ID Feminino, existe espaço para compreender as preocupações da família, explicar as decisões e esclarecer dúvidas.

Quando são recomendados cuidados para casa, estes devem ser explicados e demonstrados. É importante que os cuidadores compreendam o que fazer, quais os limites dessas estratégias e quando procurar ajuda.

Marcar avaliação ou pedir mais informações

Não precisa de saber antecipadamente se o seu filho necessita de tratamento. Ao contactar a ID Feminino, indique a idade da criança, o motivo do contacto, há quanto tempo existem sintomas e se já houve avaliação médica.

Se a principal preocupação está relacionada com movimento, postura ou desenvolvimento motor, consulte também o serviço de fisioterapia pediátrica.

Preços das sessões de fisioterapia respiratória pediátrica

Sessão de fisioterapia respiratória pediátricaVer Preçário
Sessão ao Domicílio *Ver Preçário

* Inclui deslocações na Grande Lisboa para os Concelhos de Loures, Vila Franca de Xira, Odivelas, Amadora e Oeiras. Restantes Concelhos da Área Metropolitana de Lisboa acresce um custo extra dependendo da distância.

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    Perguntas Frequentes

    Principais dúvidas relacionadas com o serviço de Fisioterapia Respiratória Pediátrica.

    O meu bebé tem “farfalheira”. Precisa de fisioterapia?

    A “farfalheira” descreve um ruído ao respirar, mas não identifica a sua origem. Pode estar relacionada com secreções no nariz ou na garganta e não necessariamente nos pulmões. Se persistir, procure orientação clínica. A necessidade de fisioterapia depende da avaliação, não apenas do ruído.

    A fisioterapia respiratória é o mesmo que uma lavagem nasal?

    Não. A lavagem nasal é um cuidado dirigido ao nariz. A fisioterapia respiratória envolve avaliação e, quando indicada, uma intervenção escolhida para a situação da criança. Ter o nariz obstruído não significa automaticamente que sejam necessárias sessões de fisioterapia.

    A partir de que idade pode ser feita fisioterapia respiratória pediátrica?

    Pode existir indicação desde os primeiros meses de vida, em situações clínicas específicas. A idade, por si só, não determina a necessidade de tratamento. Antes de marcar, indique a idade da criança e confirme com a equipa o atendimento disponível.

    É necessária uma prescrição médica para marcar fisioterapia respiratória pediátrica?

    Em geral, pode procurar uma avaliação de fisioterapia por iniciativa própria, sem prescrição médica. Contudo, sintomas novos, agravamento ou sinais de alarme podem exigir avaliação médica prévia. Para comparticipação ou reembolso, confirme se o seguro ou subsistema exige prescrição.

    A fisioterapia respiratória dói? É normal o bebé chorar?

    A intervenção deve respeitar a sensibilidade, a tolerância e o estado clínico da criança. Um bebé pode chorar por fome, sono, por estranhar o ambiente ou por desconforto. O choro não deve ser interpretado como sinal de que a técnica está a funcionar. A fisioterapeuta deve adaptar ou interromper a intervenção quando necessário.

    Quantas sessões são necessárias e quando podem surgir melhorias?

    Não existe um número fixo nem um prazo que possa ser garantido. A avaliação permite perceber se há indicação para tratamento e definir objetivos. A frequência é revista conforme a evolução.

    A fisioterapia respiratória substitui a consulta de pediatria ou a medicação?

    Não. Quando indicada, complementa os cuidados de saúde. Não substitui a avaliação médica e não justifica alterar ou suspender medicação prescrita.

    O seguro de saúde pode comparticipar as sessões?

    A comparticipação depende da apólice ou das regras do subsistema de saúde. Confirme diretamente se existe cobertura, se é necessária prescrição e quais os documentos exigidos para pedir reembolso.

    É possível deduzir as despesas com fisioterapia no IRS?

    Consideram-se despesas de saúde as prestações de serviços e aquisições de bens relacionados com saúde, isentas de IVA como é o caso da Fisioterapia e outros serviços disponibilizados pela ID Feminino (não necessitam de receita médica e são automaticamente consideradas para efeitos da dedução à coleta). A dedução à coleta corresponde a 15% do valor suportado por qualquer membro do agregado familiar em despesas de saúde (Art.º 78.º-C do CIRS).

    Fisioterapeuta
    Maria Cardigos

    Olá! O meu nome é Maria Cardigos e sou fisioterapeuta, licenciada pela Escola Superior de Saúde de Lisboa.

    Desde que iniciei os meus estudos, descobri que a minha paixão são os bebés e as crianças, o que me levou à especialização em Terapia Manual Pediátrica Integrativa (TMPI).

    Durante o meu percurso profissional, tive a oportunidade de trabalhar em diferentes contextos clínicos e hospitalares, o que me permitiu contactar com várias realidades familiares e quadros clínicos.

    O meu trabalho é focado no bebé/criança e na sua família, e o meu campo de ação desenvolve-se em conformidade com as suas preocupações e expectativas. A minha prática clínica é baseada em técnicas manuais suaves e confortáveis para os bebés/crianças, bem como no ensino e aconselhamento de estratégias que os pais/cuidadores podem aplicar em casa, por forma a darem continuidade às sessões de fisioterapia, promovendo, assim, a autonomia parental.

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